7 sinais de que o excesso de telas já está adoecendo quem trabalha
- Wender Gomes
- 30 de nov. de 2025
- 2 min de leitura

O uso de telas nunca foi tão intenso, e seus efeitos já aparecem como um novo desafio para a saúde ocupacional. Segundo o Digital Report, da Hootsuite e We Are Social, mais de 5 bilhões de pessoas utilizam um celular hoje, o que representa 66% da população mundial.
Essa hiperconectividade transformou a forma como trabalhamos, descansamos e nos relacionamos, mas também trouxe impactos diretos na produtividade, no bem-estar e no desempenho organizacional.
Do ponto de vista físico, profissionais de saúde relatam aumento de casos de fadiga ocular, dores no pescoço, má postura, tendinites e distúrbios do sono relacionados ao uso contínuo de dispositivos. No campo mental, estudos do SESI Saúde mostram associação entre excesso de tela e ansiedade, irritabilidade, queda da atenção, procrastinação e dependência digital.
Para as empresas, isso significa mais episódios de presenteísmo, queda de rendimento e maior risco de absenteísmo, especialmente quando o uso de telas ultrapassa o expediente e se mistura ao lazer digital.
Confira os 7 sinais
1 — Insônia e piora do sono
A luz azul reduz a produção de melatonina, dificultando o descanso e afetando memória e raciocínio.
2 — Fadiga ocular
Ardência, olhos secos e visão turva após longos períodos em frente a dispositivos.
3 — Dores musculares e má postura
Tensão em pescoço, ombros e lombar devido à permanência prolongada em posições inadequadas.
4 — Tendinites e LER
Uso contínuo de telas e teclados aumenta quadros de dor em mãos, punhos e antebraços.
5 — Ansiedade e irritabilidade
Excesso de estímulos digitais reduz foco, aumenta estresse e favorece procrastinação.
6 — Queda de desempenho e presenteísmo
Colaboradores estão presentes, mas rendem menos por conta do cansaço e da distração.
7 — Esgotamento digital
Notificações e mensagens fora do horário criam ciclos de estímulo constante e exaustão.








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